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domingo, 16 de março de 2014

Professores do Estado fazem greve de três dias contra falta de reajustes

Os trabalhadores em Educação no Piauí fazem uma greve geral de três dias a partir desta segunda-feira (17). Eles se reúnem a partir das 8h em frente ao Palácio de Karnak para uma manifestação.


Evelin Santos/CidadeVerde.com




Os trabalhadores protestam contra a falta de reajustes para os servidores administrativos da Secretaria da Educação do Estado, contra falta de trabalhadores nas escolas e contra o fato de que em muitas escolas as aulas ainda não começaram devido a realizações de reformas extemporâneas.

A greve se dá em nível nacional e tem a coordenação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.

Na terça-feira (18), a paralisação será em frente a Associação Piauiense de Municípios (APPM) para exigir que os prefeitos cumpram a lei e paguem o piso nacional aos trabalhadores do magistério.

Um painel elaborado pelo Sinte mostra que grande parte dos municípios do Estado não cumpre a Lei do Piso. Esse painel será exposto na frente da APPM com os nomes dos municípios que não respeitam os direitos dos trabalhadores em Educação.



Odeni Silva, presidente do Sinte/PI

A paralisação exigirá o Cumprimento da Lei do Piso, Carreira e jornada, Investimento dos royalties do petróleo na valorização da categoria, votação imediata do Plano Nacional de Educação e destinação de 10% do PIB para a educação pública.


Na quarta-feira(19), a manifestação acontece em Brasília com a participação de caravanas dos estados, inclusive do Piauí.

fonte: cidade verde

quinta-feira, 13 de março de 2014

TST considera greve nos Correios abusiva e determina encerramento


Na tarde desta quarta-feira (12), por unanimidade, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou abusiva a greve dos Correios, iniciada em janeiro deste ano.

Os trabalhadores que aderiram à paralisação deverão retomar as atividades normais a partir das 0h da próxima sexta-feira (14), sob multa de R$ 20 mil reais por dia, a ser pago pelo sindicato em caso de descumprimento da ordem. Serão descontados 15 dias não trabalhados, na folha de pagamento de abril; o restante dos dias parados serão compensados.

Os ministros foram unânimes na afirmação de que os Correios não estão descumprindo a cláusula 11 do acórdão vigente, que garante todos os atuais direitos dos trabalhadores - manutenção dos benefícios do plano de saúde da empresa (entre eles os atuais beneficiários; cobertura de procedimentos; rede credenciada e percentual de compartilhamento; nenhum custo adicional, repasse ou mensalidade aos empregados).

A respeito da mudança na gestão do plano, o presidente do TST, ministro Barros Levenhagen, lembrou a discussão do último dissídio – ocorrido em outubro do ano passado – de que este é um assunto afeto ao empregador e não às representações sindicais. Além disso, afirmou que não cabe à justiça do trabalho interferir no modelo de gestão a ser implantado pela empresa.

fonte: correios

Portal de Cajueiro da Praia

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